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sábado, 25 de julho de 2015

Reforma Política

Eita! A coisa virou uma quizomba danada, enquanto as pequenas cidades, como Morretes, aguardam ansiosas as mudanças para o pleito do ano que vem, nada se vê, a não ser o fim da reeleição, o que pode indicar que, de fato, os políticos não têm lá muita disposição para fazer reforma nenhuma. Nesta quarta, a Câmara começou a votar o texto da reforma política que reúne as emendas antes aprovadas.
No Senado, também está em curso uma reforma política. Foi aprovada uma boa proposta: na prática, o texto acaba com as coligações nas eleições proporcionais. Por quê? Ainda que partidos nanicos estejam formalmente coligados a legendas maiores, terão de alcançar, com os seus próprios votos, o coeficiente eleitoral para eleger seus representantes. Vale dizer: ao fazer a distribuição de cadeiras, contam-se os votos de cada legenda, não da coligação.
O Senado já havia aprovado texto parecido, mas foi rejeitado pela Câmara, que, na sua própria reforma, decidiu manter as coligações proporcionais, que é o maior incentivo que se pode dar a nanicos e à fragmentação partidária, um processo sem dúvida nefasto da política brasileira. O texto do Senado, por sua vez, migrará para a Câmara, onde pode ser de novo rejeitado. Como se nota, fazer uma reforma política é coisa bem mais complicada do que parecia à primeira vista, não é mesmo? Estamos no aguardo no contínio dessa pseudo reforma.

2 comentários:

  1. Uma reforma que resume-se em fim da reeleição, o resto só são adendos, é brincadeira uma Câmara que não consegue fazer uma reforma.

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  2. Não houve reforma,desde quando nasci já se falava no BRASIL tudo se rouba se formos ver historia onde não aprendemos na escola como nos somos formados que tipo de gente por ex eu tenho sangue europeu italiano ,africano indio tudo misturado portugueses enrolaram os indios com espelho em troca de ouro,escravos acorrentados porque ofereciam perigo? os indios apesar de serem inocentes já usavam drogas o tal de rapé o reflexos das roubalheiras no pais cada um querendo levar vantagens somos todos estas mistura claudio do colegio

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